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Rocket Bunny GT-R: um Suzuki Twin transformado numa caricatura do Nissan Skyline GT-R R32

Carro desportivo Nissan Skyline GT-R R32 cinza metálico em exposição num showroom moderno.

À primeira vista pode enganar, mas o modelo em causa nem sequer é um Nissan Skyline GT-R R32: a base deste projeto recente da Rocket Bunny é, na verdade, um Suzuki Twin.

Rocket Bunny e os seus kits de carroçaria alargada

A Rocket Bunny, empresa japonesa, dedica-se ao desenvolvimento de kits de carroçaria, muitas vezes com vias e painéis mais largos do que os de origem, criando visuais bem mais agressivos e fora do comum.

Um microcarro “kei” com 2,735 metros e devoção ao “Godzilla” - em versão GT-R

O ponto de partida foi um microcarro japonês da categoria kei, com apenas 2,735 metros de comprimento - pouco mais do que um Smart fortwo - e com dois lugares. A isto juntou-se o imaginário e o “culto” em torno do verdadeiro “Godzilla” sobre rodas, resultando neste pequeno “brinquedo” com aspirações de GT-R.

Em termos de presença, o Rocket Bunny GT-R parece saído diretamente de um desenho animado, tanto pelas proporções como pelos traços exagerados da carroçaria. E, na prática, isso encaixa na perfeição numa das tendências mais recentes da cultura automóvel japonesa.

Um Suzuki Twin feito para um estilo “boneco animado”

Pelas suas dimensões compactas, o Suzuki Twin acaba por ser uma plataforma ideal para uma abordagem “caricaturada”, tipo “boneco animado”. Não é um caso isolado - e esperemos que não seja o último. Entre outros exemplos semelhantes, vale a pena recordar:

  • o Ferrari F40 (Autozam AZ-1) da Liberty Walk;
  • o Daihatsu Copen “disfarçado” de Nissan GT-R R35;
  • o Honda S660 “mascarado” de Honda NSX.

Este tipo de criação vive muito do impacto visual: é pensado para chamar atenções em eventos, sessões fotográficas e encontros, onde a originalidade e o atrevimento estético contam tanto como a performance.

Também há um lado artesanal que ajuda a explicar o apelo: adaptar painéis, proporções e detalhes icónicos de um GT-R a um chassis tão curto implica escolhas de design radicais, precisamente o que torna o resultado tão memorável.

Mecânica: 660 cm³ e 44 cv (por agora), com planos para mudar a tração

Por curiosidade, caso a mecânica se mantenha de origem, o bloco de 660 cm³ debita 44 cv - uma diferença gigantesca face aos 280 cv associados ao R32. A tração, neste caso, é dianteira, embora existam intenções de avançar para uma conversão para tração traseira.


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