Mão biónica da Xiaomi: o que revelou o presidente da empresa
Os engenheiros da Xiaomi propuseram uma nova abordagem para resolver uma das tarefas mais difíceis da robótica - criar manipuladores sensíveis com feedback táctil completo. Em vez de sistemas complexos de sensores no interior da própria mão, recorreram a luvas tácteis especiais, que podem ser colocadas tanto numa mão humana como numa mão robotizada. Isto permite recolher dados idênticos ao executar as mesmas acções e torna o treino dos robôs mais preciso e eficaz.
Além disso, os programadores conseguiram avanços importantes na estrutura da própria mão biónica. Ela tem o mesmo tamanho de uma mão humana, mas passou a contar com mais 64% de graus de liberdade face à versão anterior e ficou 60% mais compacta. A fiabilidade foi reforçada através do aperfeiçoamento de elementos-chave - tendões, molas e casquilhos - o que permitiu elevar a durabilidade para 150000 ciclos de preensão.
A refrigeração também mereceu atenção especial, como explicou o presidente da empresa, Lei Jun.
"Para dissipar o calor, também experimentaram imitar as glândulas sudoríparas humanas para arrefecimento activo, o que melhorou a capacidade da mão biónica para eliminar calor e permitiu assegurar um funcionamento contínuo sob cargas elevadas."
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário