O Pentágono comunicou, na sexta-feira, ter fechado acordos com sete empresas de referência em inteligência artificial (IA) para levar as suas tecnologias a redes militares classificadas - uma decisão que, de forma explícita, deixa de fora a Anthropic, num contexto de litígio continuado com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Acordos do Pentágono com sete empresas de IA em redes militares classificadas
Segundo a nota divulgada, SpaceX, OpenAI, Google, Nvidia, Reflection, Microsoft e Amazon Web Services passarão a ser integradas nos sistemas classificados mais sensíveis do Departamento de Defesa, usados para planeamento de missões, direcionamento de armas e outras finalidades. O texto não fez qualquer referência à Anthropic, que mantém uma disputa com o Pentágono sobre as regras aplicáveis ao modo como as Forças Armadas podem recorrer às suas ferramentas de IA.
Anthropic, Claude e as restrições impostas pelo Departamento de Defesa
Atualmente, os militares norte-americanos já recorrem à IA da Anthropic, mas começaram a reduzir essa dependência depois de a empresa se ter oposto à utilização da sua tecnologia para vigilância doméstica em massa ou para controlo direto de armas autónomas letais. No início deste ano, o Pentágono classificou a startup de IA como um risco para a cadeia de abastecimento, proibindo a sua utilização pelas Forças Armadas dos EUA e pelos respetivos contratados.
Em fevereiro, Trump ordenou ao Governo que
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