И сильно снижает температуру
À primeira vista, o MacBook Neo até parece um portátil bastante capaz para o dia a dia - e até para jogar. O problema é que, quando puxas por ele, o calor torna-se rapidamente o verdadeiro “travão” do desempenho.
Na prática, o chip pode chegar aos 100–105 °C, e é aí que entra o thermal throttling a sério. O autor do canal ETA PRIME decidiu testar até que ponto uma melhoria simples no arrefecimento podia mudar o comportamento desta máquina.
A primeira alteração foi trocar a película térmica de origem por uma placa de cobre. O resultado, em No Man's Sky, foi claro: a temperatura desceu de 105 para 84 °C, enquanto o desempenho subiu de 30–35 para 55–60 fps. No Geekbench, esta mudança fez a performance aumentar 15,2% em single-core e 9,7% em multi-core. É um salto impressionante, sobretudo tendo em conta que estamos a falar “apenas” de colocar uma placa de cobre. Além disso, o exemplo de No Man's Sky mostra bem o quão agressivo pode ser o throttling no Neo - e o potencial real que este chip tem quando não está a ser limitado pela temperatura.
Claro que uma intervenção deste tipo pode fazer com que o utilizador perca a garantia. Ainda assim, reduzir a temperatura pode, em alguns cenários, ajudar a prolongar de forma significativa a vida útil do computador.
O autor também avaliou a eficácia de um sistema externo compacto de arrefecimento líquido termoelétrico.
Com essa solução, a temperatura baixou ainda mais, para 74–76 °C. No jogo, o desempenho não aumentou, porque na etapa anterior o throttling (pelo menos do GPU) já tinha sido resolvido. Já no Geekbench, os resultados cresceram ainda mais: +17–19% face ao estado original. Convém lembrar, no entanto, que estes testes foram feitos com a placa de cobre já instalada no interior - ou seja, aqui o ganho vem do efeito combinado das duas modificações.
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