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Nem elétrico, nem híbrido - carros com esta tecnologia têm custos imbatíveis

Automóvel sedã azul com visão interna das botijas de gás GPL expostas, em showroom moderno.

Se a meta para 2026 é baixar a fatura do carro, há uma opção muitas vezes deixada de lado - e que, na prática, costuma ganhar no custo por quilómetro: o GPL (Gás de Petróleo Liquefeito). É uma tecnologia simples, acessível e com custos de utilização difíceis de bater.

E na Renault há ainda um trunfo importante: a instalação é feita diretamente na fábrica, já pensada para o veículo e totalmente integrada - o que dá uma camada extra de confiança e fiabilidade.

Os modelos ECO-G da marca francesa - Clio e Captur - usam o motor 1.0 TCe de 100 cv com sistema Bi-Fuel (gasolina e GPL), desenvolvido de raiz para funcionar nos dois modos. No dia a dia, tem a facilidade de um carro a gasolina, mas com uma diferença que se nota na carteira.

Poupança real, comprovada à bomba

O principal argumento do GPL é direto: o litro custa, em média, cerca de metade do preço da gasolina. Em Portugal, o valor médio do GPL anda à volta de 0,85 €/l, enquanto a gasolina simples 95 está perto de 1,75 €/l.

Mesmo com um consumo mais alto - entre 15% e 20% face a um motor equivalente a gasolina -, a poupança continua a ser muito significativa. Em números: fazer 100 km a gasolina custa cerca de 11,4 €; com GPL, 6,4 €. São menos 5 euros por cada 100 km.

E há um pormenor decisivo: as versões ECO-G custam exatamente o mesmo que as versões a gasolina. Ou seja, começa a poupar logo desde o primeiro quilómetro.

Mitos e verdades sobre o GPL

Durante anos, o GPL ficou associado a alguns preconceitos, muito por culpa de sistemas “à medida” e de instalações não certificadas. Hoje, esse cenário já não representa a realidade.

Nos Renault ECO-G, o sistema vem instalado de fábrica, com a mesma qualidade e garantia de qualquer outro componente. A integração é completa, sem conversões externas, e a garantia mantém-se intacta: 3 anos ou 100 000 km no mercado português.

Outro mito habitual é o da “falta de força”. No Clio e no Captur, o motor 1.0 TCe ECO-G entrega 100 cv e 170 Nm de binário - mais 10 cv do que a versão apenas a gasolina. A nova geração do Clio vai ainda mais longe ao estrear um novo 1.2 TCe ECO-G com 120 cv de potência - mais 5 cv que a correspondente a gasolina.

Há potência suficiente para ultrapassar, subir ou fazer viagens com conforto, como em qualquer carro do segmento.

Transição automática e utilização fácil

A mudança entre gasolina e GPL é automática e praticamente impercetível: o condutor só se apercebe pelas indicações no painel. E com os dois depósitos cheios, a autonomia combinada passa facilmente os 1000 km.

Abastecer é simples, seguro e demora praticamente o mesmo que encher com gasolina. E estacionar? Sem restrições. Os Renault com sistema ECO-G cumprem todas as normas de segurança e podem entrar em parques cobertos sem qualquer limitação.

Economia sem truques

Segundo a marca francesa, com as versões ECO-G do Clio e do Captur, tornou-se mais fácil escolher para quem quer poupar sem abdicar de desempenho, autonomia ou conforto.

O preço é igual ao das versões a gasolina, mas os custos de utilização ficam muito mais baixos. A tecnologia está totalmente integrada, com a fiabilidade e as garantias de fábrica da marca francesa. Por isso, não será surpresa que o GPL tenha vindo a ser cada vez mais escolhido para substituir o Diesel, também nas frotas das empresas.

E há ainda um argumento ambiental: emite menos CO₂ do que a gasolina, reduzindo em cerca de 10% as emissões – reforçando a vantagem económica com um impacto mais positivo no planeta.

Para quem quer cortar custos sem complicar a rotina, os Renault Clio e Captur ECO-G continuam a ser um exemplo claro de que é possível gastar menos e conduzir mais - sem truques nem concessões.

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