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Combustível a 3,47 € por litro: pesadelo torna-se realidade neste país com 7 milhões de habitantes.

Homem junto a bomba de gasolina consulta recibo enquanto abastece carro num posto de combustível ao ar livre.

Esta subida dos preços dos combustíveis ameaça o poder de compra dos automobilistas.

A guerra no Irão continua e, com ela, também um aumento dos preços dos combustíveis que parece estar longe de ser passageiro. Enquanto os valores deverão em breve ultrapassar os 2 euros por litro, em média, em França, sobretudo no gasóleo, há países onde a situação é ainda mais grave.

A Automobile Magazine destaca, por exemplo, o caso da Dinamarca, onde a gasolina sem chumbo custa agora 2,256€ por litro, enquanto o gasóleo já chega aos 2,403€. Mas o topo deste ranking inflacionista pertence a Hong Kong, antigo território britânico atualmente sob controlo chinês, onde o gasóleo atinge 3,470 euros por litro, o valor mais elevado do mundo.

A mesma tendência verifica-se na gasolina, com um preço de 3,440 euros por litro. Para justificar esta liderança, importa recordar que os salários também são muito elevados nesta região, ao mesmo tempo que a carga fiscal atinge níveis particularmente altos.

O que está a acontecer no resto da Europa?

Recorde-se que o governo francês continua, para já, a recusar a adoção de medidas de apoio para os particulares nas bombas de combustível. Ainda assim, o Executivo começou a implementar ajudas para os profissionais afetados por esta crise energética.

Já nos países vizinhos, várias iniciativas já avançaram. É o caso de Espanha, onde foi lançado um plano de 5 mil milhões de euros. Entre as medidas previstas está uma redução do IVA sobre os combustíveis, que deverá traduzir-se num desconto até 30 cêntimos por litro para os consumidores.

Na Suécia, o governo prevê igualmente uma redução temporária dos impostos, segundo a France Info. Isso deverá permitir baixar a fatura dos clientes em cerca de 9 cêntimos por litro. Em Portugal, foi criado um mecanismo que permite ajustar os impostos sobre os combustíveis sempre que o aumento ultrapassa os 10 cêntimos por litro. Por fim, Itália também prevê rever esta carga fiscal, de forma a garantir uma descida na ordem dos 25 cêntimos nas bombas.

Da sua parte, já mudou os seus hábitos ou encontrou algumas estratégias para limitar os danos provocados por esta escalada dos preços nos postos de abastecimento? Conte-nos nos comentários. Entretanto, pode reler o nosso artigo em que listamos as aplicações que permitem comparar os preços dos combustíveis em França.

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