Depois de apresentar o Elroq - atualmente o SUV elétrico mais acessível do Grupo Volkswagen - a Škoda já está a preparar o próximo capítulo: uma variante mais musculada com o emblema RS, o Elroq RS.
Este será apenas o segundo RS 100% elétrico da marca (o primeiro foi o Enyaq RS) e tem apresentação mundial marcada para 3 de abril.
O que já sabemos?
A nível mecânico e de comportamento dinâmico, a Škoda continua a guardar os pormenores. Ainda assim, como o Elroq assenta na plataforma MEB (a mesma do Enyaq, bem como dos Volkswagen ID.3 GTX e CUPRA Born VZ), é razoável esperar valores muito próximos dos destes modelos.
Se seguir a fórmula dos “primos” mais desportivos, o Elroq RS poderá trazer um motor elétrico traseiro com 240 kW (326 cv) e 545 Nm de binário máximo, enviados exclusivamente para o eixo posterior. Nessa configuração, os hot hatch elétricos do Grupo Volkswagen aceleram dos 0 aos 100 km/h em 5,7 s.
Por outro lado, sendo um SUV, também existe a hipótese de adotar a solução do Enyaq RS ou do CUPRA Tavascan, com dois motores (tração integral) e 250 kW (340 cv). Se for por aqui, Elroq e Enyaq ficam lado a lado em potência, apesar de estarem em segmentos diferentes.
No ID.3 GTX e no Born VZ, a bateria é de 79 kWh, o que permite autonomias a rondar os 590 km (WLTP). Já no Enyaq RS e no Tavascan VZ, a bateria sobe para 82 kWh e a autonomia fica entre 520 e 540 km.
Se no segmento abaixo do Elroq temos visto chegar vários crossovers elétricos de alta performance - como o Mini Aceman JCW, Alfa Romeo Junior Veloce ou o Abarth 600e -, no patamar acima também têm aparecido novidades, como o Smart #3 Brabus, que se destaca por ultrapassar os 400 cv.
Quando chega?
Como já referimos, o Škoda Elroq RS será revelado no próximo dia 3 de abril. Para já, ainda não há confirmação sobre a data concreta de chegada ao mercado nem sobre o preço.
Tendo como referência os pouco mais de 43 100 euros do Elroq 85 - atualmente a versão mais potente (286 cv) e com a bateria maior (82 kWh) -, é de assumir que o Elroq RS deverá aproximar-se dos 50 mil euros praticados pelos “primos” ID.3 GTX e Born VZ.
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