As ondas de calor, o regador sempre em uso e as manchas castanhas no meio do “relvado inglês” já definem o verão em inúmeros jardins. Por isso, cresce o interesse por soluções que aguentem pisoteio, mas que não obriguem a regas constantes, adubos e ao ruído do corta-relvas. As coberturas do solo pisáveis conseguem cumprir esse papel - e, pelo caminho, ainda ajudam as abelhas e aliviam os custos do jardim.
Porque é que o relvado clássico se tornou um problema
Custos reais e manutenção contínua
Um tapete de relva bem tratado fica perfeito nas fotografias. No dia a dia, porém, implica despesas todos os anos: água, adubo, gasolina ou electricidade para o corta-relvas, além do tempo gasto em cuidados regulares e em remendos nas zonas queimadas.
"Um relvado normal precisa de muita água, exige muita manutenção e reage mal ao calor – sobretudo em verões secos, transforma-se depressa numa obra."
Verões mais longos e períodos sem chuva
A isto soma-se uma mudança clara em muitas regiões: o padrão do tempo está a alterar-se. Os verões prolongam-se e as pausas de chuva tornam-se mais marcadas. Quem quiser manter a relva intensamente verde dificilmente consegue passar a estação sem um sistema de rega ou sem regar de forma constante.
O que as coberturas do solo pisáveis fazem melhor
Coberturas do solo pisáveis: como protegem o terreno
As coberturas do solo que permitem ser pisadas estão, aos poucos, a ganhar terreno face ao relvado. Criam um tapete denso, reduzem a secagem do solo e, ao mesmo tempo, fazem sombra sobre a superfície. Muitas espécies enraízam mais fundo do que as gramíneas do relvado e conseguem ir buscar água a camadas inferiores.
Vantagens típicas deste tipo de cobertura vegetal:
- necessidade de rega muito menor após a fase de enraizamento
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