Saltar para o conteúdo

A era MIUI chegou ao fim: a Xiaomi deixou de suportar, por fim, os últimos dispositivos com esta interface antiga.

Pessoa jovem a usar smartphone, com computador portátil e outro telemóvel numa mesa junto à janela.

Xiaomi перевела Redmi A2 и Redmi A2+ в статус EOL

Há mudanças que fecham um ciclo de uma vez por todas - e foi isso que a Xiaomi acabou de fazer com a MIUI. Os últimos modelos que ainda recebiam atualizações desta interface, o Redmi A2 e o Redmi A2+, passaram oficialmente para o estado EOL a 24 de março de 2026. Na prática, isto significa o fim total do suporte de software e a confirmação do “adeus” definitivo à MIUI como plataforma separada.

Embora a Xiaomi já tenha migrado a sua linha para o HyperOS, o Redmi A2 e o A2+ continuaram durante algum tempo a receber patches de segurança e pequenas atualizações baseadas em MIUI. Agora, a marca encerra por completo a derradeira etapa da MIUI - uma história que começou, curiosamente, como uma ROM personalizada para smartphones Android de outras marcas.

A MIUI foi, aliás, o primeiro grande produto da Xiaomi, ainda antes de a empresa lançar os seus próprios telemóveis. Desde o início, em 2010, a interface tornou-se uma das mais populares do mundo e, no seu auge, ultrapassou os 500 milhões de utilizadores ativos mensais. Ganhou notoriedade pela forte personalização, por uma ecossistema próprio de apps e por funcionalidades como Second Space, Dual Apps, App Lock e a gravação de chamadas integrada.

A transição da MIUI para o HyperOS ficou oficialmente definida pela Xiaomi em 2023. A empresa justificou a mudança com a necessidade de criar uma plataforma de software única para todo o seu ecossistema - dos smartphones e casa inteligente aos automóveis. O HyperOS passou a integrar a estratégia Human x Car x Home, com a qual a Xiaomi procura ligar vários tipos de dispositivos num mesmo espaço digital conectado.

Comentários

Ainda não há comentários. Seja o primeiro!

Deixar um comentário