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O Mazda CX-3 vai ser finalmente substituído ao fim de 10 anos

Carro Mazda CX20 híbrido de cor vermelha exposto em salão automóvel moderno com piso branco.

Em 2015, o Mazda CX-3 chegou para disputar o segmento dos SUV urbanos e, desde então, manteve-se em cena por mais de 10 anos. Agora, a despedida parece finalmente próxima: num evento recente na Tailândia, a marca japonesa deixou no ar que o seu sucessor está a caminho - e mostrou até dois esboços do novo modelo.

Ainda há poucas confirmações, mas tudo aponta para que o novo SUV se chame CX-20, com o desenvolvimento já em andamento. Vale lembrar que o CX-3 deixou de ser vendido na Europa em 2021.

Os esboços divulgados dizem pouco - estão longe de representar o modelo final -, mas sugerem a adoção da linguagem de design Kodo, bem como alguns traços característicos.

Na dianteira, sobressai uma grelha de grandes dimensões, acompanhada por faróis LED mais estreitos. Atrás, os farolins circulares dão-lhe uma assinatura luminosa distinta.

De perfil, o CX-20 apresenta uma postura desportiva, com uma linha de tejadilho bastante arqueada, ao estilo de um coupé. Além disso, o tejadilho surge em cor contrastante face ao restante da carroçaria. Não foram divulgadas imagens do interior.

Motorizações híbridas? Sim

A Mazda investiu cerca de 131 milhões de euros na sua fábrica na Tailândia com o objetivo de produzir uma nova geração de SUV compactos eletrificados. Por isso, é expectável que o CX-20 traga, pelo menos, um sistema mild-hybrid.

Sabe-se que a Mazda está a desenvolver uma motorização híbrida (full hybrid), mas, por enquanto, esta foi apenas associada ao sucessor do CX-5, previsto para 2027.

Tal como no CX-3, espera-se que o sucessor ofereça de base tração dianteira; ainda assim, não se exclui a possibilidade de existirem versões com tração integral.

Quando chega?

Esta é uma pergunta que ainda não tem uma resposta definitiva. Está previsto que o Mazda CX-20 (nome ainda por confirmar) possa ser revelado nos próximos 18 meses. No entanto, ao que tudo indica, o foco deste modelo é o mercado do sudeste asiático.

A sua comercialização na Europa ainda não está garantida.

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