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A OnePlus informou que o preço dos chips de memória subiu 400%.

Chipsets de memória RAM escalonados em formato de gráfico sobre um telemóvel numa mesa com um portátil ao fundo.

Na OnePlus, consideram que nenhuma marca ficará imune ao aumento do custo dos componentes

O presidente da OnePlus China, Li Jie, voltou a alertar para a forte subida dos preços da memória para smartphones. Segundo ele, esta nova vaga de encarecimento já ultrapassa os 400% e representa um problema para toda a indústria, do qual nenhum fabricante consegue escapar por completo.

Li Jie acrescentou que, neste momento, as diferenças entre marcas dependem sobretudo dos níveis de stock e do momento das compras: algumas empresas sentirão a pressão mais cedo, outras mais tarde, mas evitá-la não será possível. Na sua estimativa, os preços da memória continuarão a subir no período mais próximo.

Também na Honor, hoje, foram feitas declarações sobre o aumento da pressão no mercado. Lin Lin, responsável pela divisão Smart Life da Honor China, afirmou que os fabricantes se encontram em posições diferentes: uns podem sacrificar temporariamente a rentabilidade para ganhar quota de mercado, enquanto outros já tinham definido margens mais elevadas desde o início. Na sua opinião, o período de preços elevados da memória e de oferta escassa poderá prolongar-se pelo menos até à segunda metade de 2027 e, possivelmente, até 2028.

Neste contexto, segundo fontes da indústria, os fabricantes estão cada vez mais empenhados em assegurar fornecimentos junto da Samsung Electronics. Espera-se que a empresa escoe todo o volume de produção de memória até ao próximo ano. Para garantir o abastecimento, os clientes estão a mostrar-se cada vez mais dispostos a assinar contratos de longo prazo, sendo que alguns ponderam acordos já até 2030.

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