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Venuum transforma o Rolls-Royce Wraith num protótipo radical

Carro de luxo branco Rolls-Royce Venum Apollo estacionado em showroom moderno e iluminado.

A Venuum é uma preparadora de automóveis relativamente recente que se apresenta como europeia, embora tenha sede no Dubai. O seu trabalho mais recente parte de um Rolls-Royce Wraith e resulta numa proposta profundamente alterada, tanto no exterior como no habitáculo.

Venuum Apollo White Pearl 1: o Rolls-Royce Wraith em pele de cobra

Começando pela carroçaria, este Apollo White Pearl 1, como foi designado, recebeu guarda-lamas muito mais largos, acompanhados por saias laterais igualmente volumosas, e termina numa traseira totalmente distinta, com pouco ou nada em comum com o Rolls-Royce Wraith de origem.

As jantes de liga leve, pintadas de branco, acompanham as proporções exageradas do conjunto. Ainda assim, é no interior que a preparação leva a ousadia mais longe, com vários apontamentos em ouro e revestimentos em pele de cobra. Para perceber melhor o resultado, o ideal é mesmo ver este vídeo.

Independentemente das preferências de cada um, é impossível negar que este Wraith Apollo tem uma presença visual absolutamente singular e dificilmente passará despercebido em qualquer lugar. Trata-se de uma abordagem pensada para provocar reação, mais do que para agradar a todos, algo muito comum no universo da personalização de luxo em mercados onde a exclusividade é um fator decisivo.

Para além do impacto estético, este tipo de projeto também serve para reforçar a imagem da preparadora e mostrar até onde pode ir a personalização de um modelo de prestígio. No caso da Venuum, a combinação entre materiais raros, soluções de carroçaria muito agressivas e uma assinatura visual extravagante ajuda a posicionar este trabalho num território onde o automóvel se aproxima quase de uma peça de exibição.

Por agora, a empresa continua a apresentá-lo apenas como protótipo, embora já esteja prevista uma produção muito limitada.

Quanto ao preço, tudo se enquadra naquela categoria de “se tem de perguntar…”.

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